Fraudes Veiculares (Clones, Veículos Adulterados, Identificação Veicular etc.) e Golpes!

09 abril 2025

Checklist Completo Antes de Comprar um Carro Usado




Compra um carro usado pode ser um ótimo negócio - desde que você tome todos os cuidados necessários . Infelizmente, o mercado de veículos seminovos também atrai criminosos, veículos clonados, adulterados, com dívidas ou problemas ocultos.

Por isso, preparei o Checklist Completo Alerta Veicular com tudo que você precisa verificar antes de fechar a compra de um veículo usado.


Checklist Pré-Compra — Passo a Passo:

1. Identificação do Veículo

  • Verifique o número do chassi - Deve estar na posição original e sem sinais de adulteração.

  • Verifique o número do motor — Sem marcas de lixa ou solda. Quando possível, verifique a numeração do motor e compare-a com a documentação do veículo (CRLV).

  • Verifique as etiquetas do fabricante - Essas etiquetas devem estar nos locais corretos, como nas portas, compartimento do motor e porta-malas. Verifique se os adesivos estão intactos e se os números correspondem ao documento do carro.

  • Data de fabricação no cinto de segurança - A data deve coincidir com o ano de fabricação do veículo. Inconsistências podem indicar adulterações.

  • Chassi gravado nos vidros - Os últimos oito números do chassi devem estar gravados nos vidros do veículo. Certifique-se de que todos os vidros possuem a gravação correspondente.


2. Consultas Online (Antes de Visitar o Carro)

  • Consulte a placa em sites confiáveis.

  • Verifique restrições: roubo, furto, leilão, sinistro, financiamento.

  • Verifique débitos e multas.

  • Consulte histórico de vistorias.


3. Verificação Visual do Carro

  • Placas condizentes com o estado do veículo.

  • Sinais de pintura recente ou diferenças de tonalidade.

  • Vidros com numeração original.

  • Pneus em bom estado.

  • Faróis e lanternas originais.


4. Teste de Condução

  • Verifique ruídos incomuns.

  • Teste todos os equipamentos: ar-condicionado, vidros, travas, luzes.

  • Verifique alinhamento e estabilidade.


5. Documentação

  • Verifique dados do proprietário.

  • Desconfie de documentos com rasuras ou plastificação suspeita.

  • Confira se o número do RENAVAM e chassi batem com o documento.

  • Verifique se o número do motor que consta no sistema é o mesmo que está no veículo


6. Situação do Vendedor

  • Prefira comprar de pessoa física conhecida ou loja de confiança.

  • Desconfie de vendedores que pressionam para fechar rápido.

  • Evite transações apenas online ou com pagamentos antecipados.


7. Histórico do Veículo

  • Quantos donos teve?

  • Já foi de locadora ou empresa?

  • Possui laudo cautelar? (Peça sempre!)

  • Histórico de manutenção registrado?


8. Situação Financeira

  • Verifique se o carro tem:

    • Multas pendentes.

    • IPVA atrasado.

    • Alienação fiduciária (financiamento ativo).

    • Restrição administrativa e/ou judicial


9. Vistoria Cautelar (Obrigatório)

Um dos passos mais importantes! A vistoria cautelar identifica adulterações no chassi, motor, estrutura do veículo e confere a originalidade dos principais itens.


10. Contrato de Compra e Venda

  • Faça um contrato simples, especificando:

    • Dados do comprador e vendedor.

    • Dados do veículo.

    • Valor e forma de pagamento.

    • Declaração de ciência sobre o estado do veículo.


Comprar um carro usado exige atenção e cuidado. Seguindo este checklist você reduz muito o risco de problemas futuros.

Além dessas verificações, o comprador pode levar o veículo a órgãos policiais, como a Delegacia de Roubo e Furtos de Veículos, onde profissionais especializados, com vasta experiência, podem realizar uma inspeção mais detalhada. Isso ajuda a garantir que o veículo não tenha envolvimento em fraudes, clonagem ou seja fruto de roubo ou furto.

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08 abril 2025

Golpes veiculares



O mercado de compra e venda de veículos também virou alvo frequente de golpistas. Nos últimos anos, cresceu o número de fraudes envolvendo negociação de carros, principalmente em transações feitas via Pix. Por isso, é fundamental redobrar a atenção. Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns aplicados nesse tipo de negociação:

1. Golpe do Intermediário ou "Golpe da OLX"

Nesse golpe, o estelionatário replica falsamente um anúncio de venda de veículo em plataformas online. Ele se passa por intermediário entre o verdadeiro vendedor e um comprador interessado, enganando ambos. O comprador realiza o pagamento para uma conta indicada pelo golpista, que desaparece em seguida.

2. Anúncios Falsos com Preços Atrativos

Criminosos anunciam veículos com preços abaixo do mercado para atrair vítimas. Após negociações, solicitam um pagamento via Pix como forma de "garantir" o negócio. Após a transferência, o contato é interrompido e o veículo nunca é entregue.

3. Falsificação de Comprovantes de Pagamento

Em algumas situações, golpistas enviam comprovantes falsos de transferências via Pix, fazendo o vendedor acreditar que o pagamento foi efetuado. Confiando no comprovante, o vendedor entrega o veículo, mas posteriormente descobre que o dinheiro nunca foi transferido.

4. Venda de Veículos Alugados com Documentação Falsa

Estelionatários alugam veículos de locadoras, falsificam a documentação e os vendem como se fossem de propriedade legítima. O comprador só descobre o golpe quando a locadora recupera o veículo ou bloqueia sua circulação.

5. Sequestro Relâmpago para Transferências via Pix

Em casos mais extremos, criminosos atraem vítimas sob o pretexto de vender um veículo. Durante o encontro, a vítima é sequestrada e coagida a realizar transferências via Pix sob ameaça. 

6. Golpe do ‘Chaveiro’ (Clonagem de Chaves)

  • Como funciona: Criminosos usam dispositivos para interceptar o sinal do chaveiro eletrônico (mesmo dentro de casa).

  • Relato do especialista: "Muitos roubos acontecem sem violência porque o ladrão simplesmente ‘clona’ o sinal da chave e abre o carro como se fosse o dono."

  • Como se proteger: Usar bloqueadores de sinal (Faraday), guardar chaves longe de portas e janelas.

7. Golpe do ‘Falso Acidente’
  • Como funciona: Criminosos provocam batidas leves para fazer o motorista descer do carro e, em seguida, roubam o veículo.

  • Relato do especialista: "Nunca pare em locais isolados. Se desconfiar, acione a polícia antes de sair do carro."

  • Como se proteger: Dirigir até um local movimentado antes de parar e manter vidros fechados.

8. Roubo por ‘Agachamento’ (Esconderijo no Carro)
  • Como funciona: Ladrões entram escondidos em SUVs ou vans enquanto o carro está estacionado.

  • Relato do especialista: "Já atendemos casos em que a vítima só percebeu o bandido dentro do carro quando estava em movimento."

  • Como se proteger: Sempre verificar o banco traseiro e porta-malas antes de entrar.

9. Fraude em Compras de Veículos (Golpe do Leilão ou DOC Clonado)

  • Como funciona: Criminosos vendem carros roubados com documentos falsificados em plataformas online.

  • Relato do especialista: "Sempre verifique o histórico do veículo no site do DENATRAN e exija vistoria cautelar."

Como se Proteger

  • Verifique a autenticidade dos anúncios: Desconfie de ofertas com preços muito abaixo do mercado e sempre confirme a identidade do vendedor.

  • Evite pagamentos antecipados: Não realize transferências antes de ter certeza da legitimidade da transação e da posse do veículo.

  • Consulte a documentação do veículo: Verifique se os documentos são autênticos e correspondem ao veículo em questão.

  • Prefira transações presenciais em locais seguros: Sempre que possível, realize a negociação pessoalmente e em locais públicos ou estabelecimentos de confiança.

  • Desconfie de intermediários: Negocie diretamente com o proprietário registrado do veículo e evite terceiros desconhecidos.

A atenção e a cautela são essenciais para evitar cair em golpes ao comprar ou vender veículos.

05 abril 2025

Procedimento para Baixa de Veículos


 


Para realizar a baixa de um veículo, é necessário seguir os procedimentos estabelecidos pelo Departamento de Trânsito. A baixa é o processo pelo qual o veículo é oficialmente retirado de circulação, geralmente em casos de veículos irrecuperáveis, definitivamente desmontados, sinistrados com laudo de perda total ou vendidos/leiloados como sucata.

Procedimentos para a baixa de veículo:

  1. Reunir a documentação necessária:

    • Documento de identidade oficial com foto e CPF.

    • Comprovante de residência recente.

    • Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

    • Caso o CRV ou CRLV tenha sido perdido ou extraviado, é necessário preencher a Declaração de Perda/Extravio disponível nos formulários do Detran.

  2. Quitar débitos pendentes:

    • Verifique e pague possíveis débitos, como multas, IPVA e outras taxas associadas ao veículo.

  3. Realizar a vistoria do veículo:

    • Agende e realize a vistoria em uma unidade do Detran para verificar as condições do veículo.

  4. Solicitar a baixa do veículo:

    • Com a documentação em mãos e após a vistoria, dirija-se a uma unidade do Detran para formalizar o pedido de baixa do veículo.

Taxas: Para efetuar a baixa do veículo, é necessário pagar a taxa correspondente.

Observações:

  • Certifique-se de que todos os débitos estejam quitados antes de solicitar a baixa.

  • A baixa do veículo é definitiva; após concluída, o veículo não poderá mais circular legalmente.

Para informações mais detalhadas e atualizadas, visite a página oficial do Detran sobre baixa de veículo

04 abril 2025

Número da Cabine - Mercedes Benz!


 NUMERAÇÃO DA CARROCERIA

 A identificação veicular é um dos pilares fundamentais para a segurança no comércio e na circulação de veículos, especialmente no segmento de caminhões. Entre os diversos pontos que compõem a identificação de um veículo, a numeração de carroceria – conhecida popularmente como “número da cabine” – tem ganhado destaque negativo por ser alvo frequente de adulterações, principalmente nos modelos da Mercedes-Benz.

Nos caminhões Mercedes-Benz, especialmente a partir do ano de 1989, foi adotada a prática de gravação do número da carroceria na área conhecida como torpedo – a parte frontal da cabine, próxima ao para-brisa. Essa medida visava facilitar a identificação da cabine e reforçar a segurança contra fraudes. No entanto, com o passar dos anos, criminosos especializados em clonagem e adulteração veicular passaram a mirar justamente esse ponto como alvo de modificações ilícitas.

O número da cabine é um elemento importante na verificação da originalidade do veículo, especialmente em processos de vistoria, compra e venda, regularização e investigações de furto ou roubo. Alterações nessa numeração podem ocultar a verdadeira identidade da cabine, permitindo que veículos roubados ou sinistrados voltem ao mercado com aparência de regularidade.

A vulnerabilidade dessa identificação, somada ao alto valor de mercado das cabines Mercedes-Benz, torna a adulteração da numeração da carroceria um problema recorrente e preocupante. É por isso que compradores, despachantes, vistorias particulares e autoridades devem estar sempre atentos aos sinais de raspagens, regravações ou inconsistências na gravação localizada no torpedo.

Portanto, ao adquirir um caminhão Mercedes-Benz, especialmente modelos fabricados a partir de 1989, é essencial verificar a numeração da cabine com atenção redobrada. Em caso de dúvidas, o ideal é buscar auxílio técnico especializado ou consultar bancos de dados de identificação veicular para garantir que o bem adquirido está livre de fraudes.


Gravação no Torpedo

Plaqueta - Coluna da Porta do Motorista


Gravação adulterada

31 janeiro 2025

A Relevância da Data das Peças na Identificação Veicular


 


A data presente nas peças de um veículo é um elemento essencial para a identificação veicular, especialmente na detecção de fraudes, adulterações e na verificação da originalidade do automóvel. Aqui estão alguns motivos pelos quais essa informação é crucial:

1. Coerência com o Ano/Modelo do Veículo

  • As montadoras fabricam peças com datas compatíveis com o ano/modelo do veículo. Se um carro é registrado como 2018/2019, as peças devem ter datas de fabricação anteriores ou, no máximo, próximas ao período de montagem do veículo.
  • Peças com datas muito posteriores ou muito anteriores podem indicar substituições, reparos ou até adulterações.

2. Indicação de Substituições ou Sinistros

  • Se um carro supostamente "original de fábrica" apresenta peças com datas muito recentes, pode ser um indício de que ele passou por reparos extensos, possivelmente após um acidente grave.
  • Em vistorias para transferência ou seguro, divergências nas datas das peças podem sugerir que o veículo já sofreu colisões e teve componentes trocados.

3. Auxílio na Detecção de Clonagem e Remontagem ("Frankenstein")

  • Em casos de clonagem ou montagem ilegal de veículos (quando peças de vários carros são usadas para formar um novo), é comum que as datas das peças não sejam coerentes entre si.
  • Um carro pode ter um chassi de 2020, mas apresentar portas ou motor de 2016, o que levanta suspeitas de fraude.

4. Conferência de Originalidade e Valor de Mercado

  • Compradores podem verificar a originalidade do veículo conferindo se as datas das peças são condizentes com a fabricação do carro.
  • No caso de veículos antigos ou de coleção, peças originais e datadas corretamente aumentam seu valor.

5. Peças Onde a Data Pode Ser Encontrada

Algumas peças que geralmente possuem data de fabricação incluem:

  • Vidros (gravados com código e ano)
  • Cintos de segurança (etiqueta ou marcação)
  • Módulos eletrônicos
  • Pneus
  • Componentes plásticos internos

A análise das datas das peças é um procedimento fundamental para identificar fraudes, avaliar a originalidade do veículo e garantir segurança na compra e venda. Em inspeções e vistorias, esse é um dos principais pontos analisados para evitar prejuízos e problemas legais.

29 janeiro 2025

Como evitar golpes na compra e venda de veículos pela internet!!!


 

A internet se tornou uma ferramenta essencial para a compra e venda de veículos, facilitando a conexão entre vendedores e compradores. No entanto, essa comodidade também trouxe riscos, como a crescente incidência de golpes praticados por estelionatários. Por isso, é fundamental adotar medidas de segurança para evitar prejuízos financeiros e transtornos jurídicos. Entre os principais cuidados, destacam-se a verificação da procedência do veículo, a negociação direta com o proprietário, a desconfiança de abordagens suspeitas, a escolha de locais seguros para encontros presenciais, a formalização da transação e a denúncia de anúncios fraudulentos.

O primeiro passo para uma negociação segura é verificar a procedência do veículo. Existem diversos serviços, como Detran e outros não oficiais, que permitem consultar o histórico do automóvel. Por meio dessas ferramentas, é possível identificar possíveis restrições, débitos, sinistros ou adulterações no chassi. Além disso, deve-se desconfiar de preços muito abaixo da tabela Fipe, pois esse fator pode indicar a existência de um golpe.

Outro aspecto essencial é negociar diretamente com o proprietário do veículo. Intermediários desconhecidos podem ser fraudulentos, simulando negociações para enganar tanto o comprador quanto o vendedor. Por isso, é importante solicitar o documento do veículo (CRLV) e verificar se os dados estão corretos. O pagamento deve ser realizado exclusivamente ao proprietário, evitando transferências para terceiros.

Além disso, é necessário estar atento a abordagens suspeitas. Estelionatários costumam pressionar suas vítimas para fechar negócios rapidamente, impedindo que elas façam uma análise cuidadosa. Também é comum que os golpistas peçam para que o anúncio original do veículo seja retirado da internet, impedindo que outras pessoas questionem a veracidade da negociação. Nessas situações, é fundamental redobrar a atenção e não prosseguir com a compra.

A segurança durante os encontros presenciais também deve ser priorizada. É recomendável que as reuniões para a vistoria do veículo ocorram em locais públicos, movimentados e com câmeras de segurança, como estacionamentos de shoppings ou delegacias. Além disso, nunca se deve comparecer a esses encontros sozinho, garantindo maior proteção contra possíveis crimes.

Formalizar a transação é outro passo essencial para evitar golpes. A compra e venda de veículos deve ser documentada por meio de um contrato assinado e reconhecido em cartório. O pagamento deve ser feito por transferência bancária, evitando transações em espécie ou depósitos para contas suspeitas.

Por fim, é importante denunciar anúncios suspeitos para evitar que mais pessoas sejam vítimas de fraudes. Caso identifique um golpe em andamento, deve-se comunicar a plataforma onde o veículo foi anunciado e registrar um boletim de ocorrência junto à Polícia Civil. 

A internet oferece inúmeras vantagens para a comercialização de veículos, mas também exige cautela dos usuários. A adoção de medidas preventivas, como a verificação do histórico do veículo, a negociação direta com o proprietário, a desconfiança de ofertas suspeitas, a escolha de locais seguros para encontros e a formalização da transação, são essenciais para evitar fraudes. A conscientização sobre esses cuidados contribui para a segurança do mercado digital e reduz significativamente o número de vítimas de golpes.

21 janeiro 2025

Data Fabricação dos Vidros



Além da marcação dos últimos 8 números do chassi nos vidros dos veículos, a data de fabricação dos vidros pode ser um indicativo crucial para identificar possíveis adulterações. A comparação entre o ano de fabricação do veículo e a data dos vidros é especialmente relevante em casos de adulteração do chassi, sinistros ou acidentes. Aqui estão algumas razões pelas quais isso é importante:

  1. Coerência com o ano de fabricação do veículo: A data de fabricação dos vidros geralmente coincide com o ano em que o veículo foi montado. Se a data dos vidros for muito diferente do ano do veículo, isso pode indicar que o vidro foi trocado, possivelmente devido a danos causados por um acidente ou sinistro.

  2. Detecção de sinistros não informados: Quando um veículo sofre um acidente, é comum que os vidros sejam danificados e substituídos. Se a data dos vidros for posterior à data de fabricação do carro, isso pode ser um sinal de que o veículo foi reparado após um sinistro, o que pode não ter sido declarado pelo vendedor.

  3. Identificação de fraudes e clonagem: Veículos adulterados ou clonados podem ter peças, incluindo vidros, trocadas para ocultar sua verdadeira identidade. A inconsistência nas datas dos vidros, em comparação com o ano de fabricação do veículo, pode ajudar a detectar essas fraudes.

  4. Avaliação da originalidade e conservação: A originalidade dos vidros também é um fator importante para avaliar a conservação do veículo. Vidros com a data correta indicam que o carro provavelmente não passou por grandes reparos, o que pode aumentar o seu valor de mercado e garantir maior confiabilidade.

  5. Segurança e integridade estrutural: Em casos de adulteração, a troca de vidros pode afetar a integridade estrutural do veículo, especialmente se o reparo não foi feito corretamente. Verificar a data de fabricação dos vidros é uma maneira de identificar possíveis problemas de segurança.

Esses fatores tornam a verificação da data de fabricação dos vidros uma etapa essencial para evitar a compra de um veículo adulterado ou com histórico de sinistros.






VIS - Os últimos oito caracteres do Chassi



 


19 janeiro 2025

Real Condutor


 


PRF adota sistema digital para indicação de condutores infratores

Agora, proprietários de veículos podem indicar, de forma rápida e segura, os reais responsáveis por infrações de trânsito pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). A nova funcionalidade, chamada "Real Condutor Infrator", foi desenvolvida pela Senatran e Serpro, eliminando a necessidade de deslocamento ou formulários físicos.

O sistema reduz erros, acelera o processamento e permite que os pontos na CNH sejam transferidos instantaneamente ao infrator indicado, que deve confirmar a indicação. Desde o lançamento, mais de 15 mil indicações já foram registradas.

Como indicar o condutor infrator pelo aplicativo CDT:

1️⃣ O proprietário e o condutor devem ter conta Gov.br.
2️⃣ No app, acesse "Infrações" e escolha entre "Por infrator" ou "Por veículo".
3️⃣ Selecione a infração e clique em "Real infrator" > "Indicar".
4️⃣ Insira o CPF do condutor infrator.
5️⃣ O indicado será notificado e poderá aceitar ou recusar.
6️⃣ Caso aceite, um código será gerado para confirmar a indicação.

09 janeiro 2025

Seu veículo foi roubado?


A probabilidade de recuperação de um veículo é significativamente maior nas primeiras horas após o furto ou roubo. Nesse contexto, o Sistema Nacional de Alarmes (SINAL) da PRF atende a uma necessidade crucial, fornecendo imediatamente informações sobre ocorrências de furto ou roubo de veículos para policiais rodoviários federais em todo o país. Isso torna o SINAL uma ferramenta eficiente no combate a esse tipo de crime.


Para incluir seu veículo roubado ou furtado no sistema SINAL:

Acesse o Serviço SINAL: Clique aqui para acessar o Serviço SINAL e registre o veículo roubado ou furtado.

Por telefone: O registro também pode ser feito ligando para o número de emergência da Polícia Rodoviária Federal, que é o 191.

IMPORTANTE: O registro no sistema SINAL da PRF não substitui a elaboração do Boletim de Ocorrência na Polícia Civil.

ATENÇÃO: Comunicar um fato criminoso que não ocorreu é um crime previsto no artigo 340 do Código Penal, com pena de detenção de um a seis meses ou multa.

06 janeiro 2025

NBR 6066/80


A NBR 6066 é uma norma técnica brasileira que trata da identificação veicular e estabelece requisitos para a localização, fixação e características do Número de Identificação do Veículo (VIN, do inglês Vehicle Identification Number). Essa norma foi criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tem como objetivo padronizar os critérios de identificação de veículos automotores, promovendo maior segurança, rastreabilidade e controle.

O número de identificação do veículo (VIN) deve estar localizado no lado direito do veículo e, se possível, na metade dianteira;

Quando possível, o VIN deve ser visível pela parte externa do veículo, localizado no interior do compartimento dos passageiros, próximo à coluna do para-brisa;

O VIN deve ser colocado em uma posição facilmente visível, mas também protegida para evitar destruição, remoção ou adulteração.

A norma segue padrões internacionais para garantir que a identificação seja única e universal, permitindo rastreamento e controle ao longo do ciclo de vida do veículo.

A localização do VIN deve ser informada no Manual do Proprietário ou em documentos equivalentes, facilitando o acesso para consultas e inspeções.

Veja a localização do VIN nas principais marcas de veículos de passeio:


A Importância do Número na Carroceria que Indica o Ano de Fabricação


 



Um dos elementos importantes para a identificação de veículos é o número gravado na carroceria que indica o ano de fabricação. Essa marcação é registrada diretamente na estrutura do veículo e desempenha um papel essencial em inspeções técnicas e investigações de possíveis irregularidades.

Esse número costuma estar localizado em áreas estratégicas da carroceria, como o compartimento do motor, as colunas das portas ou o porta-malas. Ele atua como um complemento ao Número de Identificação do Veículo (VIN), fortalecendo a segurança e a rastreabilidade do automóvel.

Por que verificar o número do ano de fabricação?

  • Confirmação da originalidade: O número do ano de fabricação deve coincidir com as informações presentes no documento do veículo. Divergências podem ser sinais de adulterações, como substituição da carroceria ou alterações não autorizadas.
  • Identificação de fraudes: Em investigações, essa marcação auxilia na detecção de veículos com históricos irregulares, como clonagem ou remarcação indevida.
  • Transparência em negociações: No mercado de veículos usados, verificar essa informação evita a compra de carros com procedência duvidosa.

O número do ano de fabricação gravado na carroceria é uma ferramenta importante para garantir a originalidade e a segurança de um veículo. Sua verificação minuciosa é essencial, tanto para evitar prejuízos financeiros quanto para contribuir na identificação de fraudes no mercado automotivo.


Tacógrafo


 

O tacógrafo, também conhecido como registrador instantâneo de velocidade e tempo, é um dispositivo essencial no transporte rodoviário, desempenhando um papel fundamental na segurança, controle e fiscalização das atividades de motoristas de veículos comerciais. Instalado em caminhões, ônibus e outros veículos de carga e passageiros, esse aparelho registra dados como velocidade, tempo de direção, períodos de descanso e a distância percorrida, servindo como uma “caixa-preta” das operações de transporte.

Em muitos países, incluindo o Brasil, a legislação exige o uso de tacógrafos em veículos de transporte de carga com peso bruto superior a 4.536 kg e em veículos de passageiros com mais de 10 lugares. As informações registradas pelo tacógrafo são regularmente fiscalizadas por órgãos competentes, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), que utilizam esses dados para verificar o cumprimento das regras de trânsito e das normas trabalhistas. O não cumprimento dessas normas pode resultar em multas, suspensão de licenças e, em casos mais graves, a apreensão do veículo.

O tacógrafo, além de seu papel fundamental no monitoramento das atividades dos motoristas e na garantia da segurança rodoviária, também pode ser uma ferramenta útil na identificação veicular. Uma das funcionalidades mais relevantes nesse sentido é o fato de que ele pode armazenar o número do chassi do veículo em que está instalado, o que pode auxiliar em diversas situações, como fiscalização, auditorias e em casos de roubo ou perda do veículo.

Para verificar o número do chassi em um tacógrafo digital, siga os passos abaixo:

  1. Desligue a chave de ignição;
  2. Mantenha pressionada a tecla "M";
  3. Vire a chave de ignição sem dar a partida;
  4. Aguarde 10 segundos;
  5. Solte a tecla "M";
  6. Pressione a tecla "M" 4 vezes, e o número do chassi (ou a parte final dele) aparecerá no visor.

Observação: Após aproximadamente 1 minuto, o visor voltará automaticamente à tela padrão.







30 dezembro 2024

Outras Formas de Identificação dos Veículos!


Além do número de chassi, existem outras formas para identificar um veículo, que podem ser úteis em processos de vistoria, compra e venda, e até em situações de suspeita de fraude. Aqui estão algumas delas:

1. PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO:

A plaqueta de identificação é um elemento de grande importância na execução de vistorias e perícias, pois, além de conter impressa a repetição do número do chassi, em muitas oportunidades aparece o ano e modelo do veículo e outras informações complementares, tais como a data da montagem, cor, tipo, etc.

A plaqueta de identificação, por ser moldada em material sensível, dificulta as alterações e, quando isto ocorre, facilitará a constatação da falsificação.

A falta da plaqueta de identificação, principalmente nos veículos da GM e FORD, até 1988 e 1991, respectivamente, possibilita a formação de uma linha de raciocínio, com duas hipóteses: o veículo foi acidentado ou houve alguma alteração criminosa.

As regravações e/ou substituições e reposições de plaquetas devem ser autorizadas pela autoridade de trânsito e procedidas somente por estabelecimentos credenciados, mediante comprovante de propriedade do veículo. 

As plaquetas devem ser fornecidas pelo fabricante do veículo.


2. ETIQUETA AUTOCOLANTE:

Esta identificação, em algumas montadoras, substitui a plaqueta de identificação, sendo afixada na estrutura do veículo com os dígitos do VIS. A etiqueta autocolante é destrutível no caso de tentativa de remoção.

A Resolução 024/98 eliminou a obrigatoriedade de fixação da etiqueta no assoalho do veículo. Contudo, passou a exigir que o ano de fabricação do veículo fosse gravado no monobloco ou indicado por meio de uma etiqueta autodestrutível.



3. GRAVAÇÃO NOS VIDROS:

Não existe um padrão quanto à profundidade nas gravações dos vidros, mas sua ausência ou, caso tenham sido adulteradas, sempre ficam sinais visíveis.
A ausência temporária das gravações do VIS nos para-brisas e nos vidros dos veículos não constitui infração de trânsito.



4. AGREGADOS DOS VEÍCULOS:

Os agregados dos veículos, como número do motor, da caixa de câmbio, dos eixos, etc., recebem numeração das respectivas fábricas, os quais são fornecidos ao DENATRAN.

Motor

Câmbio




24 dezembro 2024

Agregados Caminhões Mercedes Benz


Até 1999, a gravação da numeração de motor dos caminhões Mercedes Benz eram em plaquetas, conforme foto. Porém as plaquetas facilitam em muito a ação dos adulteradores de veículos, pois é facilmente substituída por outra.


Durante o processo de vistoria em motor com gravação em plaqueta, o vistoriador deverá ficar atento para qualidade do material que foi confeccionada a referida plaqueta, o tipo de gravação e principalmente os rebites.

Plaquetas


A partir de 2000, os caminhões Mercedes Benz passaram a gravar a numeração dos motores diretamente na peça.






Data de Fabricação do Motor



Motor adulterado


A plaqueta do câmbio dos caminhões Mercedes-Benz é uma etiqueta de identificação metálica ou de material resistente, fixada no corpo do câmbio. Essa plaqueta contém informações importantes, como:

  1. Modelo do câmbio: Identifica o tipo ou série do câmbio.
  2. Número de série: Um código único que permite rastrear a fabricação e identificar peças específicas.
  3. Especificações técnicas: Podem incluir dados como a relação de transmissão, torque máximo suportado e outras características.
  4. Fabricante: Geralmente, o nome "Mercedes-Benz" ou o fornecedor do câmbio.
  5. País de fabricação: Indica onde o câmbio foi produzido.

Plaqueta Câmbio ZF

Para realizar consultas de caixas de câmbio modelo ZF, o vistoriador deverá completar a numeração, pois na peça só consta o número de série.

Exemplos:

MB 1935 (1995) = 718.262.10 + número de série

MB 1935 (1997) = 718.380.12 + número de série

MB 1935 (2000) = 718.461.56 + número de série

MB 1938 (1998) = 718.464.10 + número de série

MB 1620 (Todos) = 718.693.12 + número de série

MB 1418 (1998) = 713.741.001 + número de série











18 dezembro 2024

Veículos de Fabricação Própria


 

Um veículo de fabricação própria é aquele fabricado sob a responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica, atendendo aos preceitos técnicos, de forma que o nome do proprietário sempre coincidirá com o nome do fabricante.

Para o registro e licenciamento desses veículos, deve ser apresentado o Certificado de Segurança Veicular (CSV), expedido por uma entidade credenciada pelo INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualificação, conforme regulamentação específica. Os principais componentes utilizados devem seguir as especificações do Anexo II (Resolução 63/98-CONTRAN).

No caso de reboque cuja capacidade de carga não ultrapasse 350 kg, o CSV pode ser substituído por um laudo emitido por um profissional legalmente habilitado perante o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), na área de mecânica ou segurança veicular.

Cada fabricante só pode fabricar, registrar e licenciar até três veículos por ano no máximo.

Para efeito de padronização e identificação desses veículos, a identificação internacional do fabricante (WMI) é composta pelos dígitos 9EZ, onde:

  • O primeiro dígito identifica o continente.
  • O segundo dígito identifica o país.
  • O terceiro dígito identifica a fabricação própria.

Nas posições 4 e 5, são indicadas a Unidade da Federação, devendo evitar a inserção das letras I, O e Q. Onde necessário, substitui-se a letra O pelo número Zero e a letra I pelo número 1.

Nas posições 6 e 7, caracterizam-se o tipo de veículo (sistema - RENAVAM).

As posições 8 e 9 identificam a capacidade de carga e lotação, utilizando as letras correspondentes à carga, conforme segue:

PC: Até 350 kg /  MC: = De 351 a 750kg / CG = acima de 750 kg

Quando se tratar de lotação, considera-se o peso normal de um passageiro como sendo de 70kg.

A posição 10 identifica o ano modelo do veículo, conforme a Resolução nº 24/98 do CONTRAN. 

As posições 11, 12 e 13 destinam-se à identificação do Detran/Ciretran onde o veículo foi registrado. 

As posições de 14 a 17 destinam-se à numeração sequencial de série.

Veículo Baixado (Art. 126 do CTB e Resolução Contran nº 967, DE 17 de Maio de 2022)


 

O Artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) tem como foco a regulamentação da baixa de veículos, garantindo o correto registro e controle desses bens quando não são mais capazes de circular. Esse artigo é importante para evitar fraudes, garantir a segurança jurídica e regularizar a situação de veículos que deixaram de existir como unidade funcional.


Entendendo o Artigo 126 do CTB

Quando um veículo é classificado como irrecuperável ou definitivamente desmontado, é obrigatório que o proprietário solicite sua baixa no registro junto ao órgão de trânsito competente. Essa solicitação formaliza a retirada do veículo do sistema ativo, garantindo que ele não seja utilizado de forma irregular.

Conceitos Importantes

  1. Veículo Irrecuperável:

    • Um veículo considerado irrecuperável é aquele que sofreu danos que inviabilizam sua recuperação, como em casos de sinistro com perda total.
    • Esse tipo de veículo não pode ser reparado ou retornar às condições de circulação.
  2. Veículo Definitivamente Desmontado:

    • Envolve situações em que o veículo é desmontado para a venda de suas partes como sucata, tornando impossível sua recomposição como unidade circulante.

Passos para Realizar a Baixa

O proprietário deve seguir alguns procedimentos para regularizar a situação do veículo:

  1. Comunicação ao Órgão de Trânsito:
    • É necessário formalizar o pedido de baixa em até 30 dias após o evento que determinou a condição do veículo.
  2. Entrega de Documentos:
    • Documentos como o CRV (Certificado de Registro do Veículo), laudos técnicos que comprovem a inutilização, e outros exigidos pelo órgão de trânsito devem ser apresentados.
  3. Certificação da Baixa:
    • Após o processamento, o órgão de trânsito emite a certificação que comprova a baixa do veículo.

Proibição de Retorno

Após ser baixado, o veículo:

  • Não pode voltar a circular em hipótese alguma.
  • Suas partes podem ser utilizadas exclusivamente como peças de reposição, desde que sigam as regulamentações legais para desmonte e comercialização.

Essa regra é fundamental para evitar:

  • Clonagens de veículos.
  • Fraudes na comercialização de sucatas.
  • Riscos à segurança no trânsito, caso veículos irrecuperáveis sejam reparados de maneira inadequada.

Implicações Legais

Para o Proprietário

  • O não cumprimento do prazo de baixa pode levar à responsabilidade administrativa, como multas e problemas com o pagamento de IPVA e outras taxas.
  • Caso o veículo continue ativo no sistema, o proprietário pode ser responsabilizado por possíveis irregularidades, como o uso do veículo em fraudes ou crimes.

Para o Veículo Baixado

  • Qualquer tentativa de circular com um veículo que deveria estar baixado configura infração grave, com sanções que incluem:
    • Multa.
    • Apreensão do veículo.
    • Outras penalidades administrativas previstas no CTB.

Benefícios do Cumprimento

Realizar a baixa do veículo conforme o Art. 126 do CTB traz vantagens como:

  • Evitar cobranças indevidas: O veículo deixa de gerar IPVA, licenciamento ou multas futuras.
  • Prevenção de fraudes: Garante que os dados do veículo não sejam usados indevidamente.
  • Regularidade jurídica: O proprietário cumpre com as obrigações legais, evitando complicações futuras.

Resumo da Resolução CONTRAN nº 967/2022

A Resolução nº 967/2022 do CONTRAN estabelece os critérios e prazos para a baixa do registro de veículos junto aos órgãos de trânsito. Ela regulamenta os casos em que a baixa é obrigatória e define procedimentos para sua efetivação.

Principais Pontos:

  1. Obrigatoriedade de Baixa:

    • Sempre que o veículo for retirado de circulação, nos seguintes casos:
      • Irrecuperável.
      • Definitivamente desmontado.
      • Sinistrado com perda total ou danos de grande monta.
      • Vendido/leiloado como sucata.
  2. Procedimentos de Baixa:

    • Solicitação ao órgão executivo de trânsito, com apresentação de documentos, laudos e peças específicas (chassi e placas).
    • Inutilização de partes do veículo que contenham identificação (como o número VIN).
    • Certidão de baixa será emitida após cumprimento das exigências.
  3. Prazo:

    • O responsável tem 30 dias para solicitar a baixa após a constatação da condição do veículo.
  4. Restrições e Impedimentos:

    • Veículos com restrições administrativas, judiciais ou policiais não podem ser baixados, salvo exceções como sucatas leiloadas.
    • Débitos fiscais ou multas não impedem a baixa como sucata.
  5. Consequências da Baixa:

    • O veículo baixado não pode voltar a circular.
    • Caso flagrado, será aplicada a penalidade do Art. 230, inciso V, do CTB.
  6. Veículos Antigos e Desativados:

    • Veículos com mais de 25 anos de fabricação e 10 anos sem licenciamento serão marcados como "frota desativada" na Base de Índice Nacional (BIN).
    • Para baixa sem documentação, é necessário termo de responsabilidade e pagamento de débitos.
  7. Responsabilidade dos Órgãos de Trânsito:

    • Manter atualizadas as bases estaduais no RENAVAM e na BIN.
    • Elaborar relatórios mensais dos veículos baixados.

Objetivo:

A resolução visa garantir o controle eficiente sobre veículos retirados de circulação, evitar fraudes e proteger o sistema de trânsito de irregularidades